Trancoso, Bahia.

Maria Bloom Maria Bloom
12 de novembro, 2014
O jeito de paraíso intocado misturado com o jetset internacional, fazem de Trancoso um dos lugares mais encantadores do mundo. Descoberto nos anos 70 por uma comunidade de hippies, esse pequeno vilarejo reúne a harmonia entre simplicidade e sofisticação. As atrações vão desde restaurantes divinos, capoeira jogada nos finais de tarde e, claro, a beleza natural esmagadora o tempo inteiro.

Quanto mais conhecemos, mais delícias descobrimos. Essa pousada abaixo, El Gordo, é uma das fotografias mais incríveis que já vi na vida. Culinária excelente. Ótimo para drinks refrescantes.

Logo abaixo, o Capim Santo. Em Trancoso, eles são também pousada. Lá eles servem uns “shots” que é uma espécie de suquinho com abacaxi, hortelã, capim santo e limão.

E não pense que o dress code deve ser menos interessante. A Zetha tem dicas ótimas para a visita …

 

 

 

 

CAPIM SANTO
www.capimsanto.com.br

POUSADA EL GORDO
www.elgordotrancoso.com.br

 

* foto reprodução

Se ainda não foi, vá!

Maria Bloom Maria Bloom
04 de novembro, 2014

O Grupo Chez há tempos cria espaço e experiências com uma identidade paulistana. Difícil dizer o que tem cara de São Paulo… É tanta mistura, tantas cultura… Mas de uma forma ou de outra estes caras sabem fazer com a cara daqui.

Para quem ainda não conhece, o  Chez Oscar é o mais novo empreendimento do grupo. Uma mistura de café, bar, baladinha e restaurante.

Estando na Oscar Freire, especialmente no verão, o lugar é um convite pra quem curte arquitetura e boa gastronomia. Drinks soltos são super bem vindos. Uma dica: sangria, feita só com frutas cítricas: limão, laranja e abacaxi. Very refreshing.

Para não perder o tom, Zetha tips we love.

 

 

 

 

 

Chez Oscar
Rua Oscar Freire, 1128 – Jardins
Fone: (11) 3081-2966

Já pensou no seu branco para o Réveillon? E o porquê do branco.

Maria Bloom Maria Bloom
27 de outubro, 2014

Todas sabemos que usar branco no Réveillon é uma tradição.

O branco simboliza a pureza, a paz, boa energia, ou seja, muito do que desejamos para o ano que irá entrar.

O que eu me pergunto é o porquê. Por que afinal o branco carrega este significado?

“No período clássico, o branco era a cor das nuvens em tempo bom e das montanhas nevadas só no cume, onde os deuses habitavam. Era sagrado para Zeus, o rei dos deuses: cavalos brancos conduziam sua biga, e animais brancos lhe eram oferecidos em sacrifício por sacerdotes vestidos de branco. Na religião cristã o branco é a cor do prazer e pureza celestial. E é associada à Páscoa e Ressurreição. Na arte cristã, Deus, assim como Zeus, geralmente usa uma veste branca comprida.” Alison Lurie.

Essas antigas associações criaram ao longo dos séculos nosso entendimento a respeito das cores. Simbolismos a parte, o fato é que através de testes mais modernos, psicólogos constataram que as cores afetam e muito nosso estado de espírito, pressão sanguínea, pulsação e ritmo respiratório – na mesma proporção que um ruído estridente ou um acorde harmonioso. Quando uma pessoa vem em nossa direção e ocupa nosso campo visual com cores berrantes, discordantes, pode nos acelerar e até nos provocar dores de cabeça. Mas, se esta mesma pessoa estiver com cores suaves e harmoniosas, ficamos mais calmos.

As traduções religiosas que surgiram com o passar dos anos, convergem, aparentemente, para um caminho em sintonia com o pensamento acima.

Se um único look branco pode nos afetar tão positivamente, imagine o impacto que um grupo, milhões de pessoas causam quando o escolhem para mesma noite?

Você, já pensou no seu? A Zetha preparou algumas propostas maravilhosas para o Verão, que servem perfeitamente para uma virada de ano glamurosa. Já viu?

Boa semana para todas nós!

Golden Work

Maria Bloom Maria Bloom
23 de outubro, 2014

Os brilhos nos looks de dia e trabalho andam crescendo em popularidade. Estamos de olho …

Os metalizados hoje tomam conta dos makes do verão. Acessórios incríveis, over sizes, desenhos clássicos com acabamentos e aplicações com brilho. Separamos alguns exemplos abaixo, onde você também pode ver como foi a tradução da Zetha neste verão. Seja com aplicações localizadas ou em peças totalmente bordadas, os dourados parece que foram pensados para ocasiões do dia.

Uma reunião as 11h. Um almoço. E claro, um happy hour direto do trabalho. Dourado de dia sim. Cada vez mais. Muito mais.

 Clique aqui para conferir as peças.

Shining kisses ; )

 

* algumas imagens são foto reprodução

Cocktail Dress Code

Com o calor escaldante que nos espera e o consequente aumento das saidinhas para um drink refrescante, fique de olho em algumas dicas para a ocasião delícia…

Aqui estão quatro regrinhas que eu uso no momento de decidir o que vestir:

  1. Desenhos tradicionais | detalhes com brilho
    Pelo simples motivo de não ser o centro das atenções, mas mostrar que você se preocupou com o que vestir para aquela ocasião. Abaixo as peças brancas com apliques em pedras pretas
  2. Fugir do preto total pode ser uma boa
    Um lindo preto clássico serve para quase todas as ocasiões da vida, não vamos negar :) Mas para um drink é legal ter uma roupa mais leve, mais descontraída, fresca e sem perder a elegância. Misturar o preto e o branco é uma delícia. Até pra poder aparecer o make e os acessórios.
  3. A escolha do acessório
    Imaginando o calor e os bares cheios, fica estranho pensar em algo muito over para um drink. Aposte em itens discretos, uma clutch, um brinco pequeno ou médio. Praticidade e elegância pode e deve andar junto.
  4. Pops de cor
    Um make adequado, um sapato, uma joia. Aquele ponto de cor que não briga com sua roupa e a faz destacar.

 


Agora, onde tomar este drink? Em São Paulo, preciso confessar, tenho uns-drink-muso-refrescantes no Exquisito. Tangerina com pimenta rosa, gente feliz, elegante e sincera.

Cheers ..

Exquisito
Rua Bela Cintra, 532 – Consolação, São Paulo – SP
Telefone: (11) 3854 6522

Coisas simples da vida

Maria Bloom Maria Bloom
11 de outubro, 2014

Existe tanta beleza em coisas tão simples. Saber apreciá-las é uma conquista maravilhosa.

 

Vou começar a postar imagens que me remetem a isso. As vezes tudo é tão simples e a gente complica…

 

 

 

 

 

Turquesa. Turquesa. Turquesa.

Faz um tempo eu venho percebendo esta cor cada vez mais bonita. Vocês não tem essa sensação? As vezes uma cor que não te dizia nada, do nada começa a fazer todo sentido do mundo.

Com o azul turquesa foi assim. Que dizem que é verde :)

A cor  já encanta: entre o azul e o verde, a turquesa é uma cor envolvente, refrescante e tranquilizante. Suas referências são sempre ligadas à beleza e ao bem-estar como, por exemplo, o mar turquesa. Além de ser bonita, a pedra relaxa todo o sistema nervoso, acalma a mente e ajuda a verbalizar os pensamentos. A Turquesa oferece uma energia de paz, harmonia e equilíbrio, e pode também auxiliar pessoas a lidarem de forma apropriada com as situações difíceis da vida.

A Zetha captou essa tendência e já tem produtos lindos agora na loja.

Olha como a Pantone sugeriu e que graça as variantes! Morrendo de amores.

Agora me veio em mente… Esses vestidos combinam com uma taça de vinho branco gelada na hora do almoço… E a vida segue fazendo sentido <3

Moda e Arte

Maria Bloom Maria Bloom
07 de outubro, 2014

Passando agora pelo Shopping JK, vi algumas peças utilizando o “azul Klein”. Aí fiquei pensando em quantos momentos o universo da moda se apropriou das tendências artísticas… Mas o foco do post é o Blue Klein :)

Yves Klein (Nice, 28 de abril de 1928 – 6 de junho de 1962) foi um artista  importante da arte européia após a Segunda Guerra Mundial, considerado um dos precursores da arte contemporânea.

Suas primeiras pinturas eram monocromáticas em sua maioria, mas sem fixar-se em uma única cor. Ao final da década de 50, seus trabalhos monocromáticos tornaram-se quase exclusivamente produzidos em um matiz azul intenso, que ele patenteou como International Klein Blue (IKB, =PB29, =CI 77007), embora a cor jamais tenha sido produzida comercialmente.

Paralelamente às pinturas convencionais, em diversos trabalhos Klein utilizou-se de modelos nuas cobertas com tinta azul moviam-se ou imprimiam-se sobre telas para formar a imagem, utilizando as modelos como “pincéis vivos”. Este tipo de trabalho ele denominou de “Antropometria”. Outras pinturas com este método de produção incluem “gravações” de chuva que Klein realizou dirigindo na chuva a mais de 100 km/h com uma tela atada no teto de seu carro, e telas com formas provocadas por sua queima com jatos de fogo.

Eventualmente conseguimos traçar paralelos do blue trip proposto por ele no mercado de moda e design. Assumidamente azul. Assumidamente Klein.

Abaixo separei algumas obras e releituras.

Estamos de olho : – )